Calígula morreu. Eu não.

A verdade está aí no que continua.

Criação
Ano
2021
Classificação
M/16
Estreia
19 Mai 2021 · Teatro María Guerrero, Madrid
Direção
Marco Paiva
Cena do espetáculo Calígula morreu. Eu não., da Terra Amarela

CALÍGULA MORREU. EU NÃO., 2021. FOTOGRAFIA: LUZ SORIA.

Sinopse

Uma revisitação ficcional do despotismo, da repetição histórica e da necessidade impossível de fazer Calígula morrer de facto.

Podemos tratar o despotismo de muitas formas. São também muitas as possibilidades de o erradicar. Mas na verdade ele é um vírus que se espalha desenfreadamente e sobre o qual não temos nenhum controle. Funciona como um enorme incêndio que se propaga rapidamente e transforma tudo em cinza. Vamos então, por um lado, pensar na ação déspota como um impulso. Um impulso cíclico que responde a uma necessidade de libertação, de esvaziamento, de auto satisfação. Por outro lado, vamos tentar agir no sentido de erradicar esse mesmo despotismo. Propomo-nos resolver uma situação ficcional, recorrendo a outra situação ficcional. Calígula Não Morreu. É preciso perceber porquê. É preciso revisitar a história, voltar a conta-la, entender onde erramos e voltar a tentar que ele morra de facto. Então começamos: era uma vez uma mulher que era deus.

Mediação da Criação

Oficina para desarrumar ideias

Orientação: Marco Paiva

Oficina de prática teatral que propõe explorar a visão sobre si, o outro e os territórios que cada pessoa ocupa, caminhando do real para a ficção. Durante o processo, o grupo cria coletivamente um novo território poético, feito de movimento, palavra, posição crítica e reinvenção do quotidiano.

Carta Branca

Com Marco Paiva

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Ficha técnica
Encenação
Marco Paiva
Texto
Clàudia Cedó
Tradução
Marco Paiva
Elenco
Luís Garcia, Jesus Vidal, Rui Fonseca, Paulo Azevedo, Ângela Ibanez, Fernando Lapaña, Maitê Brik, André Ferreira
Assistência de Direção
Magda Labarda
Desenho de luz
Nuno Samora
Cenografia
José Luís Raymond 
Composição Musical
José Alberto Gomes
Vídeo Arte
Cláudia Oliveira
Figurinos
Ikerne Guimenez
Intérpretes de LGP/LSE
Barbara Pollastri e David Blanco
Produção
Terra Amarela
Co-Produção
Centro Dramático Nacional e Teatro Nacional D. Maria II
Línguas
Português, Espanhol, Língua Gestual Portuguesa e Língua de Signos Espanhola
Acessibilidade
Legendagem em PT e ESP em todas as sessões; sessões com áudio descrição
Financiamento
Programa de apoio Garantir Cultura
Estreia / circulação

Estreia

10 Mai 2021

Teatro María Guerrero, Centro Dramático Nacional, Madrid

Estreia no Teatro María Guerrero, em Madrid.

Circulação

2021

Madrid, Lisboa e Coruña

Circulação ibérica do espetáculo.

Galeria

FOTOGRAFIAS: LUZ SORIA.

Ligações

Trailer e documentário.

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