A Meio do Tejo

“As coisas inexistentes são imensamente maiores que as existentes.”

Criação Mediação
Ano
2025
Classificação
M/12
Estreia
18 Out 2025 · Teatro Virgínia, Torres Novas
Direção
Marco Paiva
Imagem promocional do projeto A Meio do Tejo, da Terra Amarela. Fotografia de João Versos Roldão

A MEIO DO TEJO, 2025. FOTOGRAFIA: JOÃO VERSOS ROLDÃO.

Sinopse

No meio do Tejo existe um país escondido: um lugar onde cabem sons, imagens, gestos e aquilo que desejamos coletivamente.

Quando menos esperávamos apercebemo-nos de um outro lugar.
No meio do Tejo existe um país escondido onde neva ao mesmo tempo que chove, que faz sol e que se levantam vendavais. 

Entre o desejo de revelar a descoberta e o receio de nos cruzarmos com outros lugares, preparamo-nos para construir sons, diálogos, imagens, gestos e metáforas que consigam explicar o que somos e aquilo que desejamos coletivamente. As estações do ano guardam muitos países diferentes. Este pais que até aqui esteve escondido no meio Tejo, guarda o Mundo todo.

Ficha técnica
Direção
Marco Paiva
Texto
Raquel S.
Interpretação
Daniela Antunes, Joana Duro, Mariana Vences, Paulo Azevedo, Sílvia Durão e Rosa Agudo
Cenografia
Fernando Ribeiro
Figurinos
Helena Santos 
Desenho de Luz
Nuno Samora
Sonoplastia
José Alberto Gomes
Operação
Nuno Figueira
Direção de Produção
Beatriz Sousa
Gestão Financeira
Nuno Pratas
Produção
Terra Amarela
Co-Produção
Teatro Virgínia, Teatro Municipal de Ourém, Centro Cultural Gil Vicente – Sardoal, Teatro-Cine Paraíso – Tomar, Cine-Teatro São Pedro de Alcanena
Acessibilidade
Legendagem em PT em todas as sessões
Financiamento / apoio
República Portuguesa – Cultura / DGArtes
Estreia / circulação

Estreia

18 Out 2025

Teatro Virgínia, Torres Novas

Estreia do espetáculo no Teatro Virgínia em Torres Novas.

Circulação

2025

Torres Novas, Sardoal, Alcanena, Ourém e Tomar.

Circulação do espetáculo no Médio Tejo.

Mediação da Criação

Oficina para desarrumar ideias

Orientação: Marco Paiva

Oficina de prática teatral que propõe explorar a visão sobre si, o outro e os territórios que cada pessoa ocupa, caminhando do real para a ficção. Durante o processo, o grupo cria coletivamente um novo território poético, feito de movimento, palavra, posição crítica e reinvenção do quotidiano.

Territórios Imaginários

Atelier de escrita · Orientação: Raquel S.

Atelier que parte dos lugares de fronteira, das utopias e das paisagens que habitam a identidade de cada pessoa. Com a coordenação da dramaturga Raquel S., um grupo unido pelo seu território procura escrever em conjunto uma outra história comum, transformando as paisagens de sempre em futuro.

Percursos imaginários

Audio Walk · Orientação: Marco Paiva e Beatriz Sousa

Percurso pela paisagem para escutar, fotografar e imaginar. A cada participante é entregue uma história para ouvir e uma máquina fotográfica para registar, durante uma hora, o percurso que decidir fazer na sua cidade. No regresso, as imagens tornam-se ponto de partida para pensar a relação entre escuta, olhar e território.

Galeria

FOTOGRAFIAS: JOÃO VERSOS ROLDÃO.

Ligações

Vídeo Promocional

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