Terra Amarela · Sobre

Novas formas
de ver o Mundo.

A Terra Amarela não é apenas uma estrutura de criação artística. É um lugar de transformação, oportunidade e transgressão: um espaço coletivo que procura mudar a relação das pessoas e dos territórios a partir do encontro com a criação artística.

Manifesto

Pelo desejo de transformar utopias em novas realidades

A Terra Amarela é uma estrutura de criação que pensa e age na contemporaneidade focada na diversidade artística, no acesso e na democracia cultural.

Cruzando lugares, pessoas e ideias, reclamamos o direito a imaginar o futuro, a transformar o quotidiano e a gerar felicidade através da participação, do sentido crítico e da atenção ao que nos rodeia.

Cada corpo, como uma estrutura identitaria única e complexa, que acrescenta ao Mundo poesia, dúvida, discurso e espanto.

Perseguimos o invisível, partindo do lugar que experimenta, reconstrói e desmonta a norma.

Somos um estilhaço da urgência dos dias.

Um estilhaço: Há desejos que vão crescendo dentro de nós sem quase darmos por isso. Há um momento em que sentimos necessidade de parar, de dar atenção ao que é invisível e nos inquieta. Uma pausa ativa, que não tem a função de nos travar, mas de criar uma qualidade maior na nossa escuta interior. (Folha de Sala “MUDAR” / Centro Cultural de Belém 2025)

Valores e objetivos

Como trabalhamos.

01

Missão

Criar novas maneiras de ver o Mundo através das artes performativas.

02

Valores

Promover o direito à difrerença cultural, artística e social.
Valorizar o indivíduo a partir das suas capacidades e visões intrínsecas.
Promover a inclusão social através das práticas artísticas.
Fazer valer o direito à cultura, à educação, à informação e à arte.
Agir poeticamente sobre os territórios e as comunidades.
Refletir, questionar e operar mudanças nos modelos artísticos e culturais paradigmáticos, com o objetivo de os tornar acessíveis e universais.

03

Objetivos

Criar obras performativas multidisciplinares participativas e inclusivas (Teatro, Dança, Música, Vídeo e Fotografia) e social.
Desenvolver programas de formação a nível nacional e internacional em áreas artísticas e criativas, através da prática artística inclusiva.
Promover ações culturais e artísticas que promovam a valorização do território e do ambiente envolvente, bem como dos seus indivíduos, valorizando a cultura inclusiva e acessível (Intervenções de arte pública; exposições; seminários; debates; curadorias; bolsas de criação e formação).
Encetar um diálogo regular e ativo com entidades públicas e privadas, pessoas singulares e coletivas, com o objetivo de colaborar na construção de uma sociedade consciente da sua pluralidade, bem como das estratégias, metodologias e práticas necessárias para a efetivação deste objetivo.

Equipa

Quem está aqui.

Marco Paiva Direção artística
Licenciado em Teatro – Formação de Atores pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Concluiu em 2008 o Curso Europeu de Aperfeiçoamento Teatral École des Maîtres, dirigido pelo encenador brasileiro Enrique Diaz. É pós-graduado em Empreendedorismo e Estudos da Cultura – Gestão Cultural, pelo ISCTE. Colabora como ator, encenador e mediador em diversas organizações culturais e estruturas de criação artística nacionais e internacionais. Colaborou com o projeto Crinabel Teatro desde 2000, assumindo a coordenação artística entre 2008 e 2021. Em 2018 funda a Terra Amarela – Plataforma de Criação Artística Inclusiva. Desde 2023 é professor assistente convidado na Escola Superior de Teatro e Cinema, coordenando a unidade curricular “Práticas Artísticas Inclusivas”.
Beatriz Sousa Direção de produção
Beatriz Sousa (1998), natural de Ovar, assume desde setembro de 2025 a Direção de Produção da Terra Amarela. Desempenhou funções de produção na Companhia Cepa Torta durante três anos, entre produção executiva e assistência de produção, acompanhando diferentes projetos multidisciplinares. Destaca-se o trabalho no projeto MALACATE, onde, além da produção, fez mediação com a comunidade local da Mina de S. Domingos. Concluiu o Mestrado em Teatro, com especialização em Produção, na Escola Superior de Teatro e Cinema. É licenciada em Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e tem formação inicial em interpretação pela Escola Balleteatro, no Porto. Trabalhou também com o Teatro do Vazio e com a Companhia de Teatro Marionet, em Coimbra, em funções de assistência de produção e produção executiva.
Nuno Samora Direção técnica
Nuno Samora nasceu em Lisboa em abril de 1977. É desenhador de luz, técnico de luz e palco, licenciado em Teatro – Produção pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Enquanto freelancer, é diretor técnico e desenhador de luz da Terra Amarela. O seu percurso em teatro começa em 1999 no Grupo de Teatro de Carnide, onde trabalhou com encenadores como João Ricardo, Paulo Ferreira e Ricardo Gajeiro, desenvolvendo trabalho em cenografia, luz, som, direção de cena e produção executiva. Colaborou como desenhador de luz com várias estruturas e companhias, incluindo a Associação Cultural Tenda – Palhaços do Mundo e a produtora Sola do Sapato.
Nuno Pratas Gestão Financeira
Licenciado em “Sociologia” (UAL) e pós-graduado em “Gestão Cultural nas Cidades” (INDEG/ISCTE) e em “Práticas Culturais para Municípios” (FCSH/Universidade Nova de Lisboa). De 2015 a 2017 foi docente da cadeira de “Gestão e Produção Teatral”, no Curso de Teatro da Escola Superior de Artes e Design (Caldas da Rainha), do Instituto Politécnico de Leiria. É fundador e Sócio-Gerente da Culturproject. É Gestor Financeiro do Teatro do Eléctrico (desde 2015), da Associação de Bandolins da Madeira (desde 2023) e da Terra Amarela (desde 2025) estruturas atualmente apoiadas pela DGArtes no âmbito do Programa de Apoio Sustentado. Foi diretor de produção de espetáculos concebidos por Álvaro Correia, Ana Nave, André Amálio, António Feio, António Jorge Gonçalves, Beatriz Batarda, Carla Bolito, Carla Vasconcelos, Carlos Aladro, Carlos Pimenta, Claudio Hochman, Cucha Carvalheiro, Elmano Sancho, Flávia Gusmão, Guilherme Mendonça, Gonçalo Waddington, Jacinto Lucas Pires, João Botelho, João Grosso, João Ricardo, Leonor Keil, Marco Paiva, Miguel Loureiro, Miguel Moreira, Paulo B., Paulo Lage, Ricardo Neves-Neves, Rui Neto, Sara Gonçalves e Teresa Sobral. Foi, ainda, diretor de produção do espetáculo de inauguração do Parque Temático da Madeira; do espetáculo de comemoração dos 500 anos da elevação do Funchal a Cidade; do espetáculo de celebração da realização da Cimeira Ibero-Americana e da entrada em vigor do Tratado de Lisboa; do espetáculo de celebração dos 100 anos da classificação do Castelo de S. Jorge como Monumento Nacional; do espetáculo multimedia “Lisboa, Quem És Tu?” (Castelo de S. Jorge); do Festival “Lisboa Idade” (2017) e das edições 2009 e 2010 do Festival “Raízes do Atlântico” (worldmusic – Funchal). Foi cocriador, coprogramador e diretor de produção do Festival “LisboAgora” (2021).
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