Aldebarã

Uma viagem galáctica pela diversidade.

Criação
Ano
2019
Disciplina
Teatro
Classificação
M/12
Estreia
22 Nov 2019 · Teatro LU.CA, Lisboa
Direção
Marco Paiva
Cena do espetáculo Aldebarã, da Terra Amarela. Fotografia de Alípio Padilha.

Aldebarã, 2019. Fotografia: Alípio Padilha.

Sinopse

Uma expedição improvável parte em direção a Aldebarã, numa viagem futurista sobre diferença, exclusão e possibilidade coletiva.

Portugal, ano 2118. Os recursos naturais da Terra estão esgotados e a humanidade está à beira da extinção. Como último recurso, a Agência Espacial Lusitana vai enviar uma expedição em busca de outro planeta habitável. Destino: a estrela Aldebarã, uma das mais próximas do nosso sistema solar. Uma nave veloz é construída e PROCURAM-SE tripulantes para esta missão repleta de perigos e incertezas. Mas os únicos voluntários a oferecer-se formam uma tripulação de párias, desajustados e estouvados. Agora estes argonautas futuristas devem unir as suas forças e lançar-se no desconhecido. Conseguirão eles salvar o planeta que os rejeitou?

Ficha técnica
Encenação
Marco Paiva
Texto
Alex Cassal
Elenco
Barbara Pollastri, Joana Honório, Tânia Alves ou Joana Saraiva e Tony Weaver
Desenho de luz
Nuno Samora
Cenografia e Figurinos
Nuno Samora 
Vídeo Arte
Mário Melo Costa
Música Original
José Alberto Gomes
Produção
Terra Amarela
Co-Produção
LU.CA Teatro Luís de Camões (PT), A Oficina (PT) e Cine-Teatro Louletano (PT)
Língua
Português e Língua Gestual Portuguesa
Acessibilidade
Sessões com áudio descrição
Financiamento / apoio
República Portuguesa – Cultura / DGArtes
Estreia / circulação

Estreia

22 Nov 2019

Teatro LU.CA – Teatro Luís de Camões, Lisboa

Estreia do espetáculo em Lisboa.

Circulação

2019 – 2024

Guimarães, Loulé, Sintra, São João da Madeira, Ourém, Setúbal, Coimbra, Mafra, Águeda, Funchal e Serpa.

Circulação nacional do espetáculo.

Mediação da Criação

Oficina para desarrumar ideias

Orientação: Marco Paiva

Oficina de prática teatral que propõe explorar a visão sobre si, o outro e os territórios que cada pessoa ocupa, caminhando do real para a ficção. Durante o processo, o grupo cria coletivamente um novo território poético, feito de movimento, palavra, posição crítica e reinvenção do quotidiano.

Galeria

Fotografias: Alípio Padilha

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