Como Desenhar uma Cidade?

Como desenhar uma cidade? © Paulo Pimenta

“Como Desenhar uma Cidade?” é um projecto da Terra Amarela, financiado pelo programa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian, em parceria com a Junta de Freguesia do Lumiar, a Braga Media Arts e a Acesso Cultural, que tem como objectivo reflectir, agir e transformar a cidade através das praticas artísticas. No decorrer do projecto os participantes têm acesso a um conjunto de ateliers artísticos onde os temas centrais são os conceito de diversidade e de acesso cultural.

Como desenhar uma cidade? © Paulo Pimenta

O projeto Como Desenhar uma Cidade? pretende envolver um grupo de 60 pessoas provenientes de contextos sociais, económicos e culturais distintos, que vivam, estudem ou trabalhem na freguesia do Lumiar. Através da fusão de três linguagens artísticas – o teatro, a música e os audiovisuais – o projeto promove um processo de reflexão, prática e criação em torno da premissa chave de construir um espaço social coletivo, mais inclusivo, acessível e participativo.

A partir de um trabalho inicial de exploração em torno da ideia de cidade, e com a dinamização de ateliês multidisciplinares, tem previsto um trabalho artístico de criação a ser apresentado no final do segundo ano do projeto, em colaboração com a Braga Media Arts.


Como desenhar uma cidade? Construção de um espaço social coletivo, inclusivo, acessível e participativo através da prática artística

Promotor: Associação Cultural Terra Amarela
Área Artística: Teatro, Música e Audiovisual
Responsável área artística: Marco Paiva
Responsável área social: Ana Rita Paiva
Duração: 24 meses
ODS: 10. Reduzir as desigualdades, 11. Cidades e Comunidades Sustentáveis

Projecto financiado pelo programa PARTIS da Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Junta de Freguesia do Lumiar o Circuito Educativo – Braga Media Arts e Acesso Cultura.


Sobre o programa PARTIS

PARTIS é uma iniciativa da Fundação Calouste Gulbenkian que apoia, através de subsídios e ações de capacitação, organizações que desenvolvem projetos cuja metodologia central coloca as práticas artísticas (plásticas, audiovisuais e/ou performativas) ao serviço da inclusão social.

Neste contexto, PARTIS procura, através dos projetos que viabiliza, encontrar linguagens novas de comunicação entre grupos/comunidades que habitualmente não se cruzam e provocar encontros de interesses que contribuam para a redução das desigualdades sociais e para uma maior autonomia das pessoas e comunidades mais desfavorecidas. 

De 2014 até 2019, PARTIS abriu 3 vezes concurso e viabilizou 48 projetos, em diferentes regiões do país, nas áreas da música, artes visuais, do teatro, circo, dança, fotografia ou o vídeo. 


Materiais de apoio